Categoria: cruzes

Ainda….

A hora passa e a ansiedade não me deixa repousar..,,

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divertido.

Deve ser muito difícil trabalha em um lugar assim…

Ou, os colaboradores do maior site de busca da internet fazem figuração quando da visita de algum jornalista e devem odiar esse ambiente parque de diversões.

Estou falando do google e sua nova sede inaugurada em São Paulo no último 15 de janeiro.

Será que é inveja nossa? Bom, vejam as imagens de matéria feita pelo site uol e tirem suas próprias conclusões. Nesse link aqui ó: google

Ira skinhead?

Em conversa de corredor nessa tarde com um amigo adorador da cultura pop dos anos 80, tivemos a conclusão que uma das músicas mais tocadas da banda Ira na década da ombreira e do batom boca lôca tem um agressivo perfume racista.

Não sabemos se o autor na época tinha itenção em agredir o paulista da gema ou os milhões de migrantes e imigrantes que residem na maior cidade da América Latina. Mas a letra não mente. Vejam;

Pobre Paulista

Ira!

Todos os não se agitam
Toda adolecencia acata
E a minha mente gira
E toda ilusão se acaba

Dentro de mim sai um monstro
Não é o bem, nem o mal
É apenas indiferença
É apenas ódio mortal

Não quero ver mais essa gente feia
Não quero ver mais os ignorantes
Eu quero ver gente da minha terra
Eu quero ver gente do meu sangue

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh (Repete desde início)

Eu sei que vivo em louca utopia
Mas tudo vai cair na realidade
Pois sinto que as coisas vão surgindo
É só um tempo pra se rebelar

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh (Repete desde início)

Parou, pensou e chegou … a essa conclusão

Pobre São Paulo,
Pobre paulista, Oh, Oh
Pobre São Paulo, pobre paulista…
Pobre São Paulo, pobre paulista…
Pobre São Paulo, pobre paulista…
Pobre São Paulo, pobre paulista…

Na mesma internet que fiz copy da canção acima, achei ainda um site bem simpático chamado Análise de Letras a qual um grupo realiza comentários de uma letra/obra. Nesse caso, 46 (quarenta e seis) loucos sentam o pau na criação do Nazi, Edgard Scandurra e equipe.

Leiam, ouçam e vejam no clipe abaixo. Após, se quiserem é óbvio, tirem suas próprias comclusões acerca de um dos maiores sucessos do chamado rock Brasil pós ditadura militar.

 

Mais um?

Na categoria “lugares que já foram muito bom e agora se tornaram difíceis” lamentavelmente tenho de incluir o tradicional Caneco Gelado do Mário.

Quase um ponto turístico, ou seria patrimônio, da minha Niterói, o boteco que vende o melhor bolinho de bacalhau do universo tá sofrendo de crise de identidade.

O carro chefe da casa está custando a fortuna de R$5,00 (cinco reais), reduziu o tamanho e segundo uma amiga chef de cozinha com o paladar mais apurado o danado do bolinho de bacalhau está recheado com bastante cebola.

Não entrarei no mérito que seus salões estão decorados com peixes de porcelana (?), âncoras de madeira, pinguins (???) e bichinhos de pelúcia de gosto mais que duvidoso… Aquela aura de boteco ficou definitivamente para trás.

Nas categorias “nem tudo está perdido” e “nem toda a mudança é para o pior” levanto da cadeira e bato palmas para os banheiros que estão dignos, amplos e limpos.

No mais, o atendimento continua ruim para manter o folclóre do lugar, a cerveja bem gelada, estão aceitando todos os cartões inclusive vale refeição, e mesmo com todas as ressalvas anotadas acima, que tenho certeza não mudará em nada a fama do Caneco, vale sim a visita. Principalmente daquele leitor amigo que visitará Niterói e tem o interesse em provar os pratos típicos da região.

Mas o bolinho… Realmente não é mais aquele.

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Caneco Gelado do Mário – Rua Visconde do Uruguai, 288, Centro  Niterói – RJ, Telefone: (21) 2620-6787.

CCBB de ressaca!

Ao visitar o CCBB no início da noite de hoje foi inevitável não sentir aquele cheiro estranho de ressaca…

O melhor centro cultural do Rio após receber durante 04 (quatro) meses a bombástica expo “Impressionistas” estava com suas paredes dizendo que debaixo daquele teto todos estão estafados.

Pela primeira vez na história, pelo menos a deste que vos escreve com aquele espaço, senti um certo desânimo naquela rotunda que normalmente nos encanta. Sem apresentações teatrais, sem cartazes da próxima grande atração, sem o tradicional cheiro de café e pão de queijo da lojinha do térreo, sem os casais que costumam fazer pegação naqueles bancos e atrás das colunas romanas, e pasmem, o lugar estava completamente vazio. Sem a consideração de ser férias escolares e dos 20 milhões de gringos que invadem a cidade nessa época do ano…

Confeso que saí de lá triste, sem recarregar a mente com as novidades que alí normalmente se concentram.

O que houve com aquele espaço? O que rolará de novo por lá????

Até a Livraria da Travessa estava com cara de velório. Os vendedores com sua vaidade costumeira e a sempre cara de “conteúdo engajado” de morador de Santa Teresa discorriam um papo brabo de insônia que me fez correr daquele aquário.

Para não correr o risco de sair no 0x0 (zero à zero) enchi a mochila com os folders e mica cards de sempre (foto abaixo) para que minha relação com aquele prédio não fique arranhada por conta da sua má fase.

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