oscar freire.

como dito no post abaixo, passei uns dias em são paulo por conta do trabalho. e aproveitando o ensejo, para comemorar mais um niver da minha afilhada linda e rever uns amigos daquela terra.

cara. perdoem-me os nativos, mas ô gente pra gostar de imagem é aquele povo de são paulo. tudo bem que minha estada visual para tecer esse comentário foi a caréssima oscar freire. que ficara levemente salva por ter ido com uma amiga de origem fluminense e com opniões pouco ortodoxas sobre aquela população e seu comportamento. detalhe, ela mora na capital a três anos.

a oscar é bacana. lojas de todo o globo e com todo o tipo de cifras. nota zero para o exagero… R$1050,00 por um jeans da diesel; R$650,00 por uma camiseta do marc jacobs; R$367,50 por um abridor de latas da benedixt (é assim que se escreve?). e pontuação máxima para american apparel e sua filosofia a partir do mercado de consumo e suas cífras reduzidas; para a cavalera pelo atendimento brilhante, pela arara da v.rom, e por ser a única loja naquele logradouro com alguns valores abaixo dos R$100,00 reais em  nova coleção; e a para zoomp. essa última, sofrendo um processo difícil de fecha-não-fecha que nos é favorável quando chegamos até a boca do caixa.

fui em um domingo. então, parte das lojas estavam fechadas. mas deu perfeitamente para se ter uma noção do espírito e das regras daqueles quateirões. se você não comprar nada, como eu, vale o passeio pelas vitrines e aquela típica encarouçada nas vendas. onde podemos olhar de perto peças assinadas pelas grifes mais famosas do mundo.

pensei que seria hostilizado por não fazer parte daquele mundo. a paulistada não assume, mas se amarra em um carioca e suas “virtudes”. é só chegar de bermuda, puxando no erre, e arrastando a velha havaiana que “geral” abre um sorriso. resumo: fui muito bem tratado!!!!

pra não dizer que nada comprei, voltei para casa pela dutra com uma sacola das originais havaianas por mízeros R$9,90 (onde somente na filial da freire achei o meu número do clássico modelo. que no passado todos chamavam de “chinelo de pescador”) e vários brindes conquistados com a conduta simpática deste que vos escrevem e da minha brother .

de água na adidas store a catálogos, latinha, beijinhos e convites para festas. parecia chefe de estado, todos queriam falar com a gente e escutar nossas histórias. foi uma tarde engraçada e de momentos “si sentindo“.

vejam em mais fotos:

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