“quem não se comunica, se trumbica”.

oi gente!!!

então.

o sábio velho guerreiro aka abelardo barbosa, aka de novo, chacrinha, criador da frase que dá título ao nosso post não tinha idéia que ao criá-la nos anos 80 seria a mesma tão atemporal. explico.

na noite do último sábado, meu celular de número 12 deu uma pane que o bicho tá apagado até a presente data. que bobeira heim, dirá o querido leitor. é só ir a loja e comprar outro…  além de não ter dinheiro com esssa facilidade toda, sou aquele consumidor chato que quando compra algo tem de ser o produto da vida. resumindo, estou sem dinheiro agora e encontro-me no processo de escolha do aparelho.

enfim,  já se passaram 3 longos dias e a sensação que tenho é que o mundo me traiu e que tem uma série de coisas acontecendo e não tô por dentro. sem contar o cacuete que pegamos ao longo do tempo, de toda a hora colocar a mão no bolso para ver se o aparelho lá se encontra.

gente, celular hoje é tudo ou quase tudo na vida de um jovem urbanóide como eu. nas 12 informadas vezes que fiquei nessa situação, sempre voltava/volto nessa reflexão. mas é muito estranho. pensar que antigamente (sou velho mesmo, e daí…) organizava toda minha vida, marcava encontros e festas com os amigos, ia ao shopping, ao cinema, à praia, viajava… tudo dependendo do sempre capenga, mas que nunca deixou ninguém na mão, o orelhão. andava com a mochila da company cheinha de fichas pra cima e pra baixo, e nunca deixei de fazer nada quiçá ser convidado para qualquer evento.

hoje, além de não gravar o telefone de ninguém e de ter abolido de vez aquela agendinha de papel, tenho a sensação de estar fazendo retiro espiritual em um sítio em magé. é, celular substituiu a agenda, aquela que era presente certo para qualquer um no amigo-oculto do final de ano. substituiu também o walkman, a lanterna, o termômetro (em minha pesquisa descobri que tem aparelho celular com termômetro. pode isso?), o mapa, o bloco de notas, o relógio, o despertador, o computador para leitura de emails, e até a televisão. (tive de ressuscitar meu G-SHOK da CASIO que tanto gosto, mas estava enfeitando uma caixa dentro do meu armário).

a sensação de vazio e o sentimento de estar sozinho é enorme, mas continuo a busca pelo aparelho perfeito e a espera da grana para comprá-lo.

aceito sugestões. e derrepente, quem sabe, um de presente.

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