guerra II

difícil de entender o post lá de baixo sobre a guerra né? achou não? eu achei…

tudo bem que aquela informação já era do dia anterior ao post, mas sei lá… senti-me na necessidade de informar por aqui, já que detenho este poder, o que de chato anda acontecendo no mundo hoje. não só isso, este post sobre a guerra desencadeou uma discursão meio bizonha nesta mente mais bizonha ainda. porém pertinente. eu acho.

no mundo capitalista selvagem a qual vivemos, temos tempo de pensar, pelo mesnos pensar, na realidade e dificuldades alheias? o que anda acontecendo por aí? quem almoça e tem o jantar ou lanche como segunda refeição do dia? tenho alguma coisa a ver com isso? posso ser instrumento de transformação para alguém? o que faço para mudar a realidade do meio ambiente que vivemos? o tráfico tá cada dia matando mais e mais jovens nos morros e favelas brasil a fora, como posso utilizar minha criatividade para alertar pelo menos meu grupo de convívio sobre o tema? ninguém faz nada com 415,00 reais de salário mensal, é justo isso? continuo na minha vidinha, fudida por sinal, ou passo a ser alguém mais batalhador não só para o meu crescimento?

perguntas, perguntas e perguntas.

o lance é o seguinte: sei que não posso mudar tudo sozinho, não consigo nem mudar minha vida. mas, acredito que temos de utilizar os espaços que detemos para ser o melhor, mais equilibrado e mais intrigante possível. o sabão é um espaço, meu trabalho é outro, o ponto de ônibus que pego todo dia pode ser outro também, afinal são ambientes mutantes e coisas novas, boas ou desagrádaveis podem acontecer a cada momento.

só isso?

também acredito na criatividade, no talento, e na força da experiência de cada um para transformar um espaço de cada vez…

utopia?

sei lá, num joga água fria não. deixa eu terminar, pô.

então, o que há de saber é que não estamos sozinhos no mundo, na nossa cidade, bairro, etc. existem milhares de outros com sonhos, vontades, desejos, medos… de cores, tamanhos, e perfumes diferenciados. mas tá aí, o mundo tá aí… porque não cuidamos melhor dele, e de toda a problemática que criamos fazendo-o ficar do jeito que está?

(???) ficou parecendo discurso de congresso de assistentes sociais?

o que vale é a idéia e as formigas consumirem nossas mentes até levantarmos nossos pandeiros do sofá.

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